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Quando dois ícones se encontram, você não soma — você destila.

Diet Coke tem uma atitude que sempre foi mais sobre identidade do que sobre produto, com décadas de conexão com o universo da moda. O Diabo Veste Prada é um filme que ficou na cabeça de uma geração inteira e ainda está lá, vivo, sendo referenciado com o mesmo tom com que foi feito. Colocar essas duas marcas juntas não exigia invenção — exigia leitura. Nós abrimos muitos caminhos, exploramos direções, testamos camadas. E foi nesse processo que entendemos que o movimento certo era o oposto: tirar. Encontrar onde as duas já se tocavam e deixar isso aparecer.

Quando dois ícones se encontram, você não soma — você destila.

Diet Coke tem uma atitude que sempre foi mais sobre identidade do que sobre produto, com décadas de conexão com o universo da moda. O Diabo Veste Prada é um filme que ficou na cabeça de uma geração inteira e ainda está lá, vivo, sendo referenciado com o mesmo tom com que foi feito. Colocar essas duas marcas juntas não exigia invenção — exigia leitura. Nós abrimos muitos caminhos, exploramos direções, testamos camadas. E foi nesse processo que entendemos que o movimento certo era o oposto: tirar. Encontrar onde as duas já se tocavam e deixar isso aparecer.

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A mesma lógica guiou o verbal do projeto. O conceito que chamamos de Sparkling Irony não foi construído sobre o filme, mas encontrado na convergência entre ele e a marca. A plataforma da Diet Coke já é sobre personalidade forte, sobre escolher o que você quer sem pedir licença. A atitude da Miranda não é uma referência externa a esse território, ela habita o mesmo lugar. 



A partir daí, a escolha foi se apropriar das frases icônicas dos personagens que marcaram uma geração e traduzi-las para o registro da marca. Das mais de dez frases desenvolvidas, duas chegaram ao produto final. "Everybody wants this" e "My taste, that's all." A segunda carrega a síntese do projeto numa linha: "my taste" é a plataforma da marca, "that's all" é a Miranda. Uma frase que pertence aos dois universos ao mesmo tempo.

A mesma lógica guiou o verbal do projeto. O conceito que chamamos de Sparkling Irony não foi construído sobre o filme, mas encontrado na convergência entre ele e a marca. A plataforma da Diet Coke já é sobre personalidade forte, sobre escolher o que você quer sem pedir licença. A atitude da Miranda não é uma referência externa a esse território, ela habita o mesmo lugar. 



A partir daí, a escolha foi se apropriar das frases icônicas dos personagens que marcaram uma geração e traduzi-las para o registro da marca. Das mais de dez frases desenvolvidas, duas chegaram ao produto final. "Everybody wants this" e "My taste, that's all." A segunda carrega a síntese do projeto numa linha: "my taste" é a plataforma da marca, "that's all" é a Miranda. Uma frase que pertence aos dois universos ao mesmo tempo.

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Depois de explorar editoriais de moda, ilustrações e dezenas de direções, a resposta estava no elemento mais preciso: o escarpin vermelho com tridente de diabo no salto. O sapato que está no pôster, no logotipo, na memória de quem viu o filme. Vermelho — o mesmo vermelho da lata. A mesma estética minimalista que as duas marcas compartilham, branco e preto com um acento de cor que não precisa se explicar. A lata ficou limpa. O sapato no centro. Essa expressão mínima tinha força e flexibilidade suficientes para se desdobrar em sete mercados, do ponto de venda ao cinema.

Depois de explorar editoriais de moda, ilustrações e dezenas de direções, a resposta estava no elemento mais preciso: o escarpin vermelho com tridente de diabo no salto. O sapato que está no pôster, no logotipo, na memória de quem viu o filme. Vermelho — o mesmo vermelho da lata. A mesma estética minimalista que as duas marcas compartilham, branco e preto com um acento de cor que não precisa se explicar. A lata ficou limpa. O sapato no centro. Essa expressão mínima tinha força e flexibilidade suficientes para se desdobrar em sete mercados, do ponto de venda ao cinema.