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Construir uma plataforma que equilibrasse coerência histórica e liberdade criativa. Krispper precisava nascer fiel ao DNA irreverente da BK, mas com personalidade suficiente para abrir uma nova frente dentro do portfólio global.

A pergunta era clara: como transformar a textura, o apetite e a atitude do frango BK em um sistema visual e verbal escalável, proprietário e vibrante — capaz de dialogar com uma geração que exige presença e originalidade?

O desafio incluía ainda operar esse sistema em múltiplos mercados e culturas, mantendo consistência sem perder a potência expressiva que define o Burger King.

Construir uma plataforma que equilibrasse coerência histórica e liberdade criativa. Krispper precisava nascer fiel ao DNA irreverente da BK, mas com personalidade suficiente para abrir uma nova frente dentro do portfólio global.

A pergunta era clara: como transformar a textura, o apetite e a atitude do frango BK em um sistema visual e verbal escalável, proprietário e vibrante — capaz de dialogar com uma geração que exige presença e originalidade?

O desafio incluía ainda operar esse sistema em múltiplos mercados e culturas, mantendo consistência sem perder a potência expressiva que define o Burger King.

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A resposta começou pela matéria-prima: entender como o comportamento do produto podia orientar a linguagem. A equipe mergulhou na dualidade que define Krispper — crocante por fora, suculento por dentro — e traduziu essa combinação em códigos de design e expressão.

A linguagem visual expandiu o universo BK com novos elementos. As ilustrações ganharam energia ácida e atitude, refletindo o humor direto da marca e o comportamento de um público que se comunica através do exagero. A fotografia uniu lifestyle a macros intensas, revelando calor, textura, contraste e suculência com mais presença do que qualquer produto havia feito antes na BK. O sistema gráfico foi programado para escalar — selos, ícones, composições e gestos visuais convivem com diferentes contextos sem perder identidade.

A resposta começou pela matéria-prima: entender como o comportamento do produto podia orientar a linguagem. A equipe mergulhou na dualidade que define Krispper — crocante por fora, suculento por dentro — e traduziu essa combinação em códigos de design e expressão.

A linguagem visual expandiu o universo BK com novos elementos. As ilustrações ganharam energia ácida e atitude, refletindo o humor direto da marca e o comportamento de um público que se comunica através do exagero. A fotografia uniu lifestyle a macros intensas, revelando calor, textura, contraste e suculência com mais presença do que qualquer produto havia feito antes na BK. O sistema gráfico foi programado para escalar — selos, ícones, composições e gestos visuais convivem com diferentes contextos sem perder identidade.

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